
Na teoria...mas...será que é mesmo assim?
Todos nós sabemos que os amores felizes são raros mas… será que nos preocupamos muito com isso? Será que nos queremos preocupar com isso?
Quando pensamos em amor vêem-nos à cabeça coisas ridículas (ou não...) como luas cheias, chocolates, flores, passeios na areia daquela praia escondida, lá bem no fim do mundo, a ver aquele pôr-do-sol único...
Penso em gestos simples, como carícias, olhares que se cruzam, mãos que se tocam, corpos que se abraçam, que se entrelaçam, beijos que despertam aquelas sensações de ternura, carinho…(e outras mais...), naquelas histórias idiotas, que por incrível que pareça, naquele instante, se tornam completamente hilariantes... penso em alguém que me mime, que me acolha, que não me faça chorar...
É claro que, como em tudo na vida, vem o outro lado da moeda... Vêm aqueles desencontros parvos, aquelas esperas ansiosas, aqueles ciúmes estúpidos, as dúvidas sistemáticas do tipo: «será que ele/ela gosta mesmo de mim?, e eu? será que gosto?, será que temos futuro?» Vem aquela parte terrível das famílias de cada um, que tanto se metem de mais ou de menos, dos amigos que vêm de trás e se tornam alvos a abater... enfim... chegamos à conclusão a que todos gostamos sempre de chegar…que nada conseguimos concluir...giro não?
Não conseguimos decidir se o amor é bom, se é mau, se é assim-assim...
Mas uma coisa é certa! Parece que ninguém consegue viver à parte das relações amorosas... ninguém consegue resistir a tentar a sua sorte...
Mas será que é sorte? Pontaria? Falta de ambas?
Don’t think so…
Penso que o amor, assim como a felicidade,(e um pouco de tudo na vida...) implicam uma base forte que só pode ser construída à custa do total empenho e sinceridade de ambas as partes... Mas eu talvez não seja como o professor Cavaco... :P Talvez tenha dúvidas e quem sabe?... talvez me engane...
Talvez isto não passe tudo de uma grande fantochada… de uma coisa irritante que alguém se lembrou de inventar para nos dar mais umas dores de cabeça…talvez…
Talvez fosse mais simples carregar num botão…e ir seguindo as instruções…talvez fosse melhor virarmo-nos só para nós próprios e para o nosso próprio umbigo e perdermos a vontade de viver… de sorrir…de chorar… de acarinhar… de dar… no fundo…de amar…
Talvez… quem sabe…
Ou será isto apenas uma fase passageira?
Já estou como o outro… não sei se pense… não sei que diga…não sei se me ria…não sei se chore…não sei se odeie…e... principalmente... não sei se te continue a amar...

1 comment:
continua a amar, ou n continues, nao penses muito nisso ... jks
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